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O Básico de Gestão de Ativos de Software

Nos anos recentes, Gestão de Ativos de Software – ou Software Asset Management (SAM), em inglês – tem evoluído no gerenciamento de uma gama de ativos e processos, tornando-se mais que uma ferramenta de controle de licenças e conformidade.

 

Hoje os princípios de SAM incluem controle estratégico de custos, gerenciamento de infraestrutura e controle de segurança, além de otimização de licenças. Problemas que aparecem frequentemente na agenda da maioria dos CIOs ou CTOs. É a função deles assegurar que a empresa está fazendo mais com menos, reduzindo custos de TI, com entrega e flexibilidade, minimizando a exposição a riscos. Uma boa prática de SAM vai muito além de ajudar a organização e seus CIOs a atingir metas.

 

Nesse post providenciaremos alguns insights dentro do contexto de operação de Gerenciamento de Ativos de Software, de que SAM é construído, e destacar alguns problemas recorrentes. Esperamos poder dar algumas informações sobre fatores que influenciam SAM e te ajudar a colocar sua estratégia de SAM no caminho certo. Talvez com isso, você possa apresentar os conceitos de Gestão de Ativos de Software dentro de sua organização.

 

Um estado constante de Fluxo

 

 

Fundamentalmente, transformação digital – a substituição de processos manuais por digitais que podem ser automatizados – está forçando o gerenciamento mais eficiente de serviços de TI. Organizações estão adotando um approach priorizando a nuvem para gerenciar TI e melhorar a flexibilidade dos serviços oferecidos. Restrições de TI estão afrouxando, aumentando a liberdade do usuário em consumir aplicativos em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer dispositivo. O ainda maior Disruption Gap – Unidades de negócio implementando softwares sem a consciência da área de TI – está colocando pressão na necessidade de insights, a responsabilidade continua sobre o CIO e TI sobre conformidade e governança de TI.

 

A complexidade nos acordos de licenças aumenta conforme a transformação digital se aprofunda. Atualmente é comum um acordo cobrir múltiplas plataformas, para uso em casa e no escritório e incluir acesso através da nuvem.

 

Diferentes versões do mesmo aplicativo podem ser licenciadas com métricas bem diferentes e termos e condições podem variar na hora da compra de um cenário para outro – dependendo de diversos fatores como número de licenças compradas, duração do contrato, e o quão up-front é a venda. Para piorar, as vezes o fabricante usa a mesma métrica de forma diferente: uso concorrente, por exemplo, talvez não seja a mesma coisa para um produto ou outro, mesmo que do mesmo fabricante.

 

Com tantas variações fica difícil para o comprador saber se está fazendo um bom negócio, entender como o licenciamento pode afetar no uso do software e responder se uma funcionalidade é ou não necessária para o negócio.

 

Contendo custos com Cloud

 

Computação em Nuvem tem sido uma virada de jogo para infraestrutura e uma das principais tecnologias para facilidade de flexibilidade de uso. Computação em nuvem, por exemplo, fornece suporte para um carregamento rápido e escalabilidade, garantindo uma experiência perfeita para o usuário, mesmo em horários de pico. Em adição a flexibilidade, computação em nuvem evita a necessidade de procurar por cenários de carregamento máximo de hardware.

 

O ponto negativo de IaaS (Infrastructure as a Service), está na flexibilidade. A capacidade dinâmica de carregar movimentos de uma máquina para outra, ou escalar o potencial das máquinas rapidamente, complicam a habilidade de determinar o número de licenças necessárias – Softwares empresariais caros são geralmente licenciados baseado no potencial de processamento máquinas em que estão instalados.

 

Não é provável que os auditores venham bater na sua porta assim que o processamento chegue ao máximo, mas você precisa endereçar essa questão e manter seus custos em cheque. E todas essas máquinas virtuais zumbis se arrastando nas nuvens públicas e comendo seu budget? Você tem acesso a dados precisos de todo o ambiente IaaS? Você tem entendimento do que está acontecendo no seu ambiente para que possa lidar com problemas e prevenir custos?

 

Conformidade não é mais tanto um problema quando se trata de SaaS (Software as a Service), porque a maioria das assinaturas é controlada pelo fabricante, que não permitirá o acesso ao menos que exista uma licença válida. Gestão de Ativos de Software para SaaS é sobre otimização e uso, respondendo questões como: Meus usuários estão usando as licenças de software que receberam e estão utilizando de maneira correta?

 

Se você possui uma tecnologia de ponta de SAM e processos, consumo pode ser monitorado e tarefas repetitivas no software podem ser automatizadas, habilitando a TI a identificar se recursos estão sendo usados de forma apropriada e pelos usuários corretos, ter a transparência necessária de dados para decidir se licenças podem sofrer upgrades ou downgrades.

 

Jesper Beck Lassen, Gerente de Ativos de Software na VELUX resume: “Nós queremos garantir um licenciamento justo, garantindo que pagaremos só pelo que usarmos. Aqui na Velux, SAM é muito mais do que contar grãos, ele traz muito mais valor para o negócio. A Plataforma de SAM da Snow nos ajuda a garantir a transparência, eliminar gastos excessivos e tomar decisões inteligentes sobre balanceamento entre conformidade e otimização”.

 

Espero que tenhamos passamos algumas informações para que você possa investigar mais profundamente. Sua estratégia de Gestão de Ativos de Software (SAM) cobre todos os ângulos e não apenas o fundamental de conformidade de licenciamento?

 

Conheça o OTG SAM e veja como podemos auxiliar sua estratégia de Gestão de Ativos de Software com redução de custos e conformidade.

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