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Imagem Migração para Nuvem

Mudando Para Cloud? O Porque, Quando e Como Da Migração Para Nuvem

De acordo com o Cisco Global Cloud Index, os centros de dados baseados na nuvem processarão 92% das cargas dos workloads das empresas até 2020. Para cada uma dessas companhias, as decisões de TI envolvem o centro de migração para nuvem sobre a maneira como avança o caso de negócios para o posicionamento estratégico. Tendo tomado a decisão de iniciar essa jornada na nuvem, você deve determinar o que melhor irá impulsionar as forças econômicas da empresa, no que diz respeito a quais cargas de trabalho migrar, bem como e quando.   Com o ecossistema da empresa moldado pela tecnologia, o objetivo é que o negócio se torne um consumidor de TI, em vez de um produtor. Isso significa afastar-se das estruturas de Capex e Opex conduzidas por recursos de data center desatualizados e infra-estrutura de TI ineficiente. O modelo que se move para a frente será um ambiente “pay as you go” – pague conforme uso – de nuvem híbrido com eficiência e elasticidade, conforme avança para carga de trabalho baseada em nuvem. Essencialmente, usar recursos na nuvem quando e como a aplicação é necessária, ao invés de estar 100% do tempo em uso em um ambiente de datacenter.   Embora o custo, a consolidação, a agilidade e a eficiência da produtividade estejam entre as suas razões para mover as cargas de trabalho para a nuvem, agora você deve criar uma estratégia sólida para o “porque, quando e como” fazer isso virar uma realidade. Tudo começa com uma avaliação aprofundada do portfólio de aplicações da empresa.  

O Que Mover: Mapeamento De Aplicações e Avaliação

  Uma estratégia de migração para nuvem bem sucedida começa com a descoberta de aplicações e mapeamento de dependências para obter um inventário preciso das diversas aplicações atualmente em execução no datacenter. Um processo de descoberta em tempo real e preciso (quando feito manualmente) pode levar muito tempo para milhares de aplicações em uma empresa, mas é imperativo compreender a maquiagem de cada aplicação em termos de:   – Tipo e versão da apicação – Versão e patches do sistema operacional – Características de servidor, armazenamento e rede – Perfil e regras de segurança – Interdependências – Performance – Ciclos de utilização   A arquitetura de aplicação é um dos principais indicadores de como, e se, um aplicativo pode ser migrado para a nuvem. Os custos – em termos de mão de obra de TI e equipes em data centers diferentes – para mapear milhares de aplicações podem ser uma grande despesa de Opex que amarra os talentos e recursos de TI. Em termos de tempo, viabilidade, posicionamento estratégico e custo, existem duas categorias gerais de aplicações: aqueles que podem ser rehospedados (rehosted) na nuvem sem qualquer reengenharia (às vezes referido como “lift and shift”); e aqueles que exigem re-arquiteturas fundamentais (refactoring) para aproveitar os serviços nativos específicos da nuvem.   Identificar aplicações que estão estrategicamente maduras para realocar na nuvem é uma questão de uso, tempo e dependências. Sua equipe de TI deve determinar o que pode ser movido, assim como o que não pode.  

O Que Mover e o Que Não Mover

  Nem toda aplicação é um candidato adequado para a migração para nuvem. Sua empresa é como a maioria em que os aplicativos legados raramente são aposentados e podem ter dependências de hardware desatualizadas operando em diferentes áreas do negócio. Isso pode incluir aplicativos legados em plataformas como computadores mainframe e AS400. Outros exemplos incluem:   – Aplicações com necessidade de capacidade intensiva de CPU e/ou I/O – Projetos de aplicativos de fornecedores e licenciamento que não possuem estrutura para um ambiente virtualizado – Aplicações proprietárias   Enquanto os principais provedores de nuvem pública, como o AWS, estão constantemente desenvolvendo novas categorias de instâncias, eles nunca se estenderão a legados  desatualizados ou aplicativos proprietários.   No entanto, para as aplicações adequadas para realocação, o ROI de realocação é imediato e substancial, com 40 a 60% do portfólio de aplicações da sua empresa caindo nessa categoria, em média. Geralmente, as empresas escolhem aplicações como:   – CRM – HCM – ERP – Comércio eletrônico – Aplicações comerciais do Windows – Linux e x86 workloads   Há também, muitas vezes em que os workloads iniciais que as empresas migram dos datacenter para a nuvem tem um caminho mais direto. É claro que o processo de mover esses candidatos de rehospedagem primários pode ainda estar repleto de desafios e há muitos fatores para se considerar.  

 

 

Como Não Migrar Workloads Para a Nuvem

  Com milhares de aplicações, as equipes empresariais não devem apenas mapear cada aplicação, mas também devem agrupar-se com base no uso e nas dependências. Cada grupo então deve corresponder com instâncias compatíveis dentro do que o provedor de Cloud oferece.   Os principais provedores de nuvem pública têm um grande número de categorias de instâncias diferentes (mais de 50 em AWS) com novas configurações constantemente adicionadas. O mapeamento manual, a avaliação, o agrupamento e, finalmente, a correspondência e a migração desses aplicativos para as instâncias corretas da nuvem, podem ser ao mesmo tempo extremamente demorados e repletos de possíveis erros quando feitos manualmente.   Em um cenário manual, equipes de pessoas precisariam obter um entendimento de exatamente como cada carga de trabalho funcionaria sob diferentes condições e variações de acesso. Esta deve ser uma realidade altamente precisa de como a carga de trabalho irá se comportar na nuvem com base na migração para a correspondência correta na instância. Quaisquer erros significam que a aplicação, e por extensão, seus aplicativos dependentes, não funcionarão na nuvem.   Iso deixa o time de TI maluco, tendo que procurar erros manualmente, voltar a reiniciar o processo de migração até acertá-lo. Cada minuto do tempo de cada membro da equipe de TI necessário aumenta o custo da migração e diminui o interesse dos stakeholders para futuras ondas de migração para nuvem.    

Quando e Como Migrar

  Entender quando migrar os workloads é essencial; o tempo certo é baseado em suas interdependências e ciclos de uso. Para criar uma estratégia de migração eficiente, os workloads das aplicações devem ser agrupadas com base nesses fatores.   Esses grupos serão ordenados em ondas de migração que podem ser separadas por intervalos de tempo definidos e agendados. Aqui novamente, o ROI da migração é sobre as eficiências obtidas no curto prazo, mas apressar as ondas de migração pode ter efeito contrário a esse objetivo.   A receita mais lógica para os desafios de migração é escolher um software de automação que pode mapear cada aplicação individualmente, com suas necessidades de computação, armazenamento, rede e segurança, bem como interdependências. A abordagem pode levar ondas de migração para nuvem de meses para dias. A automação elimina potenciais erros de avaliação/migração não intencionais que adicionam custos e tempo desnecessários, ao mesmo tempo em que garantem o máximo de economia, ROI e eficiência.